Serena, de Ian McEwan

Serena, o livro, começa bem direto. Serena, a personagem, descreve traços básicos de sua personalidade e faz um resumo da história logo na primeira página. Depois, comenta que sua infância e adolescência são desinteressantes e, depois de descrever esses estágios rapidamente, passa para o que nos interessa. De todos os livros do Ian McEwan que eu já li (e eu só não li dois ainda), é o mais dinâmico no seu início. Foge da descrição extensa, mas belíssima, do Reparação, de todo o interlúdio perfeccionista de Amor sem fim, dos longuíssimos devaneios de Sábado, e assim por diante. Mas ele o engana imediatamente aí.

Adivinha! Eu escrevi sobre o Serena no PCM